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Santa Catarina
07/07/2020 18:41 em Estado de SC

Secretário de Saúde diz que SC não chegou ao pico da pandemia de Covid-19.

        O secretário de Saúde, André Motta Ribeiro, disse nesta terça-feira (7) que não há sinalização de que Santa Catarina tenha chegado ao pico da pandemia. Em entrevista ao Bom Dia Santa Catarina, Ribeiro falou ainda sobre a adoção de medicamentos supostamente preventivos adotados por prefeituras no combate ao coronavírus.

        "Nós desconhecemos qualquer tipo de tratamento preventivo, a não ser isolamento social e etiqueta respiratória", disse Ribeiro.

        O secretário de Saúde destacou que os protocolos clínicos instituídos pelos gestores públicos devem ter a chancela de órgãos regulamentadores, mas disse que notas técnicas orientativas "podem e devem ocorrer".

        Ele disse ainda que os pacientes com suspeita de Covid-19 precisam ser diagnosticados corretamente, monitorados e destacou que cada paciente apresenta um quadro individual.

        "Apesar de nós termos alguns locais mostrando ter benefício com algum tipo de abordagem, o fundamental disso é que a decisão é do médico, do paciente. Mas até esse momento, não existe nada cientificamente comprovado para a prevenção", afirmou.

        Para ele, atualmente o estado vive um período de aceleração da transmissão da Covid-19. "Hoje a nossa taxa varia de 1,16 no melhor cenário e 1,30 no pior cenário. Isso significa transmissão exponencial e, por consequência do aumento do número de casos, aumenta o número de óbitos", disse.

        (Portal G1-SC)

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Moradores atingidos por ciclone poderão sacar FGTS em SC.

        O Governo de Santa Catarina, por meio da Defesa Civil de Santa Catarina, atua para agilizar o acesso dos catarinenses atingidos pelo ciclone bomba ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).  

        Mas, para que o processo seja concluído, é necessário que as prefeituras preencham o Formulário de Informação de Desastres (FIDE) do Governo Federal.

        Após a conclusão dos trabalhos de cadastro de todas as áreas atingidas, o Governo vai solicitar o reconhecimento do Governo Federal para a liberação do Fundo. O saque poderá ser feito em até 90 dias após a liberação.

        “Para que o FGTS seja colocado à disposição precisamos que as prefeituras agilizem o processo de cadastramento de todos os afetados pelo fenômeno”, comentou o chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Jr.  

        Ele destaca que apenas os moradores comprovadamente afetados terão direito ao saque.

        Apoio técnico aos municípios:

        Para dar suporte às cidades catarinenses e agilizar a solicitação de recursos federais para as ações de reconstrução, o Ministério do Desenvolvimento Regional, por meio da Secretaria de Defesa Civil Nacional, disponibilizou um canal de comunicação virtual.

O objetivo é estreitar o contato entre os servidores dos municípios atingidos pelo ciclone e os técnicos que farão a análise das solicitações.

        No espaço é possível esclarecer dúvidas sobre o cadastramento no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID) e adequação dos planos de trabalho. As salas permitem acessos simultâneos, o que possibilita, inclusive, a comunicação entre os municípios e troca de experiências.

        O funcionamento das salas ocorre de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas. No caso de uma demanda maior do que a capacidade disponível, será realizado agendamento prévio.

        (Agência Reuters Brasil)

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Governo de SC estima prejuízo de R$ 277 milhões com 'ciclone bomba'.

        Uma semana após a passagem do "ciclone bomba" que atingiu o Sul do país, o Governo de Santa Catarina ainda contabiliza os estragos, mas estima que o prejuízo seja de R$ 277,8 milhões. O governo decretou ainda na semana passada estado de calamidade pública.

        O fenômeno resultou na morte de 13 pessoas, sendo 11 delas em Santa Catarina, uma no Paraná e uma no Rio Grande do Sul. Há ainda duas pessoas que morreram enquanto trabalhavam arrumando casas: uma em Garuva e outra em Piçarras, no Norte catarinense.

        Além de contabilizar os estragos do último ciclone, a Defesa Civil catarinense está acompanhando a formação de um novo ciclone extratropical entre terça-feira (7) e quarta-feira (8).

        Ao menos 204 cidades foram atingidas, 57 pessoas estão desabrigadas e 302 desalojadas. Segundo informações divulgadas pela Defesa Civil na noite de segunda (6), mais de 80 mil itens como telhas, colchões e cestas básicas foram entregues em 34 cidades.

        Mais de 1,5 milhão de imóveis ficaram sem energia elétrica na semana passada por causa do ciclone e centenas delas continuavam sem o serviço, principalmente nas unidades consumidoras do Norte catarinense e na Grande Florianópolis.

        Novo ciclone em SC

        O meteorologista Leandro Puchalski, na NSC, diz que o ciclone desta semana não se compara ao ciclone bomba, pois tem menor intensidade.

        Ainda segundo Puchalski, a temperatura deve ficar entre 14ºC e 23ºC no estado ao longo desta terça-feira e os ventos podem chegar a 80 km/h na quarta-feira (8).

        Há previsão de chuva volumosa para o Sul, Oeste, parte do Vale do Itajaí, para a Serra e Grande Florianópolis, com risco de alagamentos, deslizamentos e ainda de inundações pontuais, segundo a Defesa Civil.

        O vento da semana passada, inclusive, foi recorde no estado, de acordo com a Epagri/Ciram, órgão que monitora as condições climáticas.  

        Uma estação meteorológica de Siderópolis, no Sul catarinense, marcou 168,8 km/h entre 5h e 6h da manhã da quarta-feira, 1º de julho.

        Antes disso, o vento mais forte registrado em Santa Catarina tinha sido de 161,9 km/h em outubro de 2010 na cidade de Celso Ramos.  

        Com o temporal da semana passada há estações meteorológicas que também foram danificadas.

        Dos 204 municípios catarinenses com estragos registrados na semana passada, 121 registraram os danos no Sistema do Ministério da Integração Regional. Por isso, segundo a Defesa Civil, mais cidades ainda devem registrar os danos e o prejuízo pode ser ainda maior.

        Ainda de acordo com o órgão, os prejuízos no estado catarinense foram principalmente no sistema elétrico, de telecomunicação, sistema de esgotamento sanitário, agricultura, indústria, além das centenas de casas destruídas e ao menos um terço das escolas estaduais atingidas.

        (Portal G1-SC)

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Cidades de SC vão usar antiparasitário para prevenir coronavírus.

        As Prefeituras de Itajaí, no Vale, de Biguaçu, na Grande Florianópolis, e de Balneário Camboriú, no Litoral Norte, anunciaram que vão usar Ivermectina, um medicamento antiparasitário, para auxiliar na prevenção ao coronavírus. Em Itajaí a distribuição para a população começa nesta terça (7) e em Biguaçu e Balneário Camboriú deve ocorrer também nesta semana.

        O investimento da prefeitura de Itajaí foi de R$ 1.475 mil para comprar um milhão de comprimidos. A intenção é tratar 100 mil pessoas. Os moradores interessados em ter o tratamento serão avaliados por médicos no Centroeventos da cidade.

        O valor da compra em Biguaçu e Balneário Camboriú não foi detalhada. Além de Ivermectina, a prefeitura de Biguaçu anunciou também o uso de hidroxicloroquina no tratamento de coronavírus.

        Já a prefeitura de Balneário Camboriú informou que além da Ivermectina, deve usar também Azitromicina, Ivermectina, Vit D, e Zinco, "e outros medicamentos estarão disponíveis para toda população mediante prescrição médica".

        A Sociedade Brasileira de Infectologia alerta que a eficácia de antiparasitários para tratamento contra a Covid-19 não é comprovada em seres humanos e que ainda são necessários estudos científicos para apontar os benefícios e seguranças aos pacientes.

        A ivermectina é geralmente usado para tratar problemas por infestação de vermes no trato intestinal ou outras doenças parasitárias. O Conselho Regional de Farmácia de SC também reforçou que não há comprovações científicas sobre o uso da ivermectina para tratar SARs-Cov-2.

        O alerta também vale para a hidroxicloroquina, que conforme a Sociedade de Infectologia, o uso não apresou benefício aos pacientes com Covid-19. No mês passado, a Organização Mundial da Saúde interrompeu estudos com hidroxicloriquina.

        Itajaí tem 2.080 casos de Covid-19 confirmados pelo estado, incluindo as mortes de 41 pessoas. Biguaçu tem 299 pessoas diagnosticadas, incluindo quatro mortes. Já Balneário Camboriú tem 2.135 casos e 20 mortes.

        A prefeitura de Itajaí justificou o uso porque a ivermectina tem sido utilizada em algumas unidades de saúde contra a SARS-Cov-2 e teria apresentado resultados positivos. Inclusive, é prescrito por alguns médicos no Centro de Triagem de Itajaí, que recebe pacientes com suspeita e com Covid-19. “Os médicos observaram significativa melhora em pacientes sintomáticos tratados com o remédio”, informou a prefeitura, que também menciona estudos que apontam a eficiência do medicamento como antiviral.

        Já segundo a prefeitura de Biguaçu, os medicamentos só serão recomendados se os médicos avaliarem que os pacientes serão beneficiados. O morador da cidade que for usar algum dos medicamentos também vai precisar assinar um termo de consentimento.

        O Conselho Regional de Medicina (CRM-SC) se diz preocupado com a disponibilização em massa desse medicamento.

         A prefeitura de Biguaçu ainda deve publicar nos próximos dias uma nota técnica com a recomendação do uso, mas de acordo com a assessoria de imprensa, a Ivermectina será usada entre pessoas que tiveram contato com alguém diagnosticado com Covid-19 e a prescrição deve ser feita no Centro de triagem que vai funcionar na cidade junto ao hospital regional a partir de quinta-feira (9).

        As prefeituras de Biguaçu e Balneário Camboriú não divulgaram o número de pacientes que podem ser atendidos com esses medicamentos.

        Uma estrutura foi montada no Centroeventos de Itajaí onde terá uma equipe de saúde das 7h às 20h a partir desta terça-feira (7) para atender à população. O médico vai avaliar o paciente antes da indicação do remédio. De acordo com a prefeitura, quem não tiver sintomas, mas quiser o tratamento também pode ir ao local.

        Os médicos das unidades de saúde, nas unidades de pronto atendimento e do centro de triagem também poderão prescrever e entregar o medicamento. Ele deve ser usado em três doses, sendo uma a cada 15 dias, e por isso a distribuição à população também será em três etapas e o comprimido será entregue de acordo com o peso do paciente.

        Segundo a Secretaria de Saúde, o medicamento deve ser oferecido à população com avaliação médica para que haja segurança, pois há contraindicações. De acordo com a prefeitura, a ivermectina não deve ser usada por crianças menores de 5 anos ou com menos de 15 quilos, por alérgicos, por quem tem meningite ou outras doenças do Sistema Nervoso Central.

        O Conselho de Medicina diz que é necessário que haja autonomia para que os médicos prescrevam o medicamento que considerarem adequado e, reforçam que, apesar do uso, não há comprovação de eficiência no tratamento contra a Covid-19.

        “Se a evidência para tratamento com ivermectina e outras drogas já não é muito sólida, na prevenção a eficácia ainda é menos conhecida do que para tratamento. Além disso, essas doses realizadas em outros lugares, requerem que seja refeito de tempos em tempos", diz a medica conselheira do CRM.

        É possível que sejam comprados mais comprimidos, se houver necessidade. Para isso, teve dispensa de licitação no valor total de R$ 4.425 milhões, para comprar até 3 milhões de comprimidos pela prefeitura de Itajaí. Por enquanto, foram comprados 1 milhão de comprimidos no valor de R$ 5,90 a caixa, que contem quatro.

         “Decidimos utilizar a ivermectina como tratamento precoce e profilático. Esse medicamento tem potencial de prevenir e amenizar infecções por coronavírus, além de ser um remédio seguro, que já é amplamente usado”, informou o prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni, que é médico, através do site da prefeitura.

         (Portal G1-SC)

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Ministro da Infraestrutura anuncia novidades sobre obras em rodovias de SC.

        O Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, anunciou nesta segunda-feira, no Sul de Santa Catarina, fatos novos sobre várias rodovias federais em Santa Catarina. Percorreu as obras da BR-285, entre Timbé do Sul e São José dos Ausentes, quando confirmou a conclusão de obras de arte e a inauguração da importante estrada para o fim do ano.

        A rodovia é considerada fundamental para unir o Oeste do Rio Grande do Sul ao litoral Sul catarinense, impulsionando o porto de Imbituba. Informou que os serviços na Serra da Rocinha estão bem adiantados e o contorno também praticamente concluído.

        Indagado sobre o Contorno da BR-101, em Florianópolis, revelou que está para ser concluída negociação sobre o reequilíbrio econômico e financeiro do projeto, o que permitirá o início da construção dos túneis.

        A concessionária já está contratando as empresas que executarão os túneis, já mobiliza 290 máquinas e mais de 1.000 trabalhadores.

        Anunciou, finalmente, para o fim do ano a conclusão de 30 km da duplicação da BR-470, entre a BR-101 e Blumenau. Em agosto deverá estar pronto o complexo viário da Mafisa. “Chegaremos no fim do ano com 50% do trecho concluído e programamos o término da obra para 2021”, completou.

        (Portal ND Mais)

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